{"id":1464,"date":"2025-05-26T15:18:23","date_gmt":"2025-05-26T13:18:23","guid":{"rendered":"https:\/\/staczek.com\/index.php\/?p=1464"},"modified":"2025-05-26T20:55:34","modified_gmt":"2025-05-26T18:55:34","slug":"queixa-sobre-constatacao-de-ilegalidade-em-casos-relativos-a-contactos-com-menor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/staczek.com\/index.php\/queixa-sobre-constatacao-de-ilegalidade-em-casos-relativos-a-contactos-com-menor\/","title":{"rendered":"Queixa sobre constata\u00e7\u00e3o de ilegalidade em casos relativos a contactos com menor"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ATEN\u00c7\u00c3O ! tradu\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica do polon\u00eas<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um dos recursos extraordin\u00e1rios previstos no processo c\u00edvel (incluindo o de fam\u00edlia) \u00e9 o regulado no art. O artigo 424(1-12) do C\u00f3digo de Processo Civil diz respeito a uma queixa para determinar a ilegalidade de uma decis\u00e3o judicial final. De acordo com o art. O artigo 424(1) \u00a7\u00a7 1-2 do C\u00f3digo de Processo Civil prev\u00ea que tal reclama\u00e7\u00e3o pode ser apresentada contra uma senten\u00e7a final do tribunal de segunda inst\u00e2ncia que conclui o processo em um caso se a emiss\u00e3o de tal senten\u00e7a resultou em dano \u00e0 parte e a altera\u00e7\u00e3o ou anula\u00e7\u00e3o de tal senten\u00e7a por meio de outros recursos legais dispon\u00edveis para a parte sob o C\u00f3digo n\u00e3o era e n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em casos excepcionais, quando a ilicitude decorrer de viola\u00e7\u00e3o de princ\u00edpios fundamentais da ordem jur\u00eddica ou de liberdades constitucionais ou de direitos humanos e civis, \u00e9 tamb\u00e9m poss\u00edvel requerer a declara\u00e7\u00e3o de ilicitude de senten\u00e7a transitada em julgado do ju\u00edzo de primeira ou segunda inst\u00e2ncia que encerre o processo, se a parte n\u00e3o tiver utilizado os meios legais ao seu dispor, salvo se for poss\u00edvel reformar ou anular a senten\u00e7a por outros meios legais ao seu dispor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O contato entre um pai e um filho menor pode ser estabelecido, em regra, por meio de uma senten\u00e7a judicial (por exemplo, em um caso de div\u00f3rcio ou separa\u00e7\u00e3o) ou em processos de contato n\u00e3o contenciosos. Ap\u00f3s a conclus\u00e3o final do processo em que foram estabelecidos os contactos, pode um progenitor que considere que num processo judicial legalmente conclu\u00eddo sobre contactos foi prejudicado ou que houve uma viola\u00e7\u00e3o grave da lei apresentar uma queixa extraordin\u00e1ria e exigir indemniza\u00e7\u00e3o ou<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um elemento essencial que caracteriza este recurso legal \u00e9 que a decis\u00e3o contestada causou danos ao reclamante ou violou princ\u00edpios fundamentais da ordem jur\u00eddica ou liberdades constitucionais ou direitos humanos e civis. O dano deve ser comprovado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quanto \u00e0 admissibilidade de den\u00fancia que vise comprovar a ilegalidade de senten\u00e7a que regulamenta contratos, o Supremo Tribunal Federal, em um de seus ac\u00f3rd\u00e3os, se pronunciou de forma inequ\u00edvoca contra tal possibilidade, mantendo a linha jurisprudencial anterior. Foi indicado na justificativa que: &#8222;os elementos estruturais de uma reclama\u00e7\u00e3o para determinar a ilegalidade de uma senten\u00e7a final incluem: (&#8230;) demonstrar que a revoga\u00e7\u00e3o da senten\u00e7a impugnada em outro processo n\u00e3o era e n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel. (&#8230;) Em particular, em processos n\u00e3o contenciosos, nos quais este caso tamb\u00e9m foi conduzido, medidas adicionais s\u00e3o previstas para permitir que o tribunal altere as decis\u00f5es proferidas. Esta categoria de solu\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas inclui o artigo 577 do C\u00f3digo de Processo Civil, segundo o qual o tribunal tutelar pode alterar a sua decis\u00e3o, mesmo que definitiva, se o bem da pessoa afetada pelo processo assim o exigir. Portanto, a decis\u00e3o impugnada n\u00e3o \u00e9 uma decis\u00e3o que n\u00e3o possa ser revogada. Esta quest\u00e3o j\u00e1 foi decidida na jurisprud\u00eancia do Supremo Tribunal, que indicou que a possibilidade de alterar ou revogar uma decis\u00e3o final sobre o contacto com uma crian\u00e7a exclui a admissibilidade de uma reclama\u00e7\u00e3o para determinar a sua ilegalidade. (ver: justifica\u00e7\u00e3o escrita da decis\u00e3o do Supremo Tribunal de 17 de outubro de 2024, n\u00famero de refer\u00eancia I CZP 76\/24 e as decis\u00f5es do Supremo Tribunal a\u00ed citadas).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Diante do exposto, conforme estabelecido pela jurisprud\u00eancia do Supremo Tribunal Federal, cumpre esclarecer que o genitor inconformado com decis\u00e3o final sobre conv\u00edvio com menor n\u00e3o poder\u00e1 fazer uso da reclama\u00e7\u00e3o para declara\u00e7\u00e3o de ilicitude da decis\u00e3o final e dos instrumentos legais de prote\u00e7\u00e3o previstos neste recurso. A a\u00e7\u00e3o correta destinada a modificar ou revogar decis\u00e3o judicial transitada em julgado que estabele\u00e7a v\u00ednculos \u00e9 o pedido de reforma de senten\u00e7a transitada em julgado do ju\u00edzo tutelar, previsto no art. 577 do C\u00f3digo de Processo Civil, segundo o qual, em tal processo, \u00e9 necess\u00e1rio que o requerente da mudan\u00e7a demonstre que a mudan\u00e7a pretendida se justifica pelo bem do interessado, o que na doutrina e na doutrina \u00e9 interpretado, em regra, como o bem do menor ou de outra pessoa sujeita \u00e0 tutela.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ATEN\u00c7\u00c3O ! tradu\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica do polon\u00eas Um dos recursos extraordin\u00e1rios previstos no processo c\u00edvel (incluindo o de fam\u00edlia) \u00e9 o regulado no art. O artigo 424(1-12) do C\u00f3digo de Processo Civil diz respeito a uma queixa para determinar a ilegalidade de uma decis\u00e3o judicial final. De acordo com o art. 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